
Aquela velha ali sentada, possui, a vida homeostática, presa à linha contínua e inevitável do tempo e agora da velhice; Se é feliz?
Deve ser, daí não sair da linha mortífera.
Ontem olhei-me ao espelho e vi em mim o contrário da velha. Vi a entropia em estado puro. Onde a linha contínua do tempo foi substituída por um tempo ora acelerado ora atrasado, onde ninguém deixa de envelhecer mas onde não perco quem sou, por me criar e recriar vezes de mais, mais do que o que o tempo permitiu aos outros.
Daí não haver nenhuma outra estabilidade para além da estabilidade de nada ser mais do que pura entropia.
Sejam bem-vindos, este é o meu mundo!












