segunda-feira, 12 de julho de 2010

Grito


O corpo gritou, a alma saiu. Sufocada. Sozinha. Confortável comigo mesma. Encontrei-me mantendo-me perdida no mundo. Merda para o silencio sem sentido. Merda. E tudo o que eu queria era estar ali, sozinha, foi um prazer incontrolável, desejado há muito tempo.
Continuo a gritar para ninguém me ouvir. O mundo vai caindo, assim como os meus olhos que quando não dormem estão presos ao chão. Já o resto está preso a tudo e preso a nada.
Estou com vontades a mais! Vou fazer alguém voar (talvez um pássaro), é esse o mais puro efeito das vontades. E quando tocares o céu ficarás cego... ou não!